uma-dama-vagabunda
minha linnndinha (:

haaa, lindonaaa :33



Tudo bem, então eu decido falar de nós dois. E de repente, as borboletas no estômago começam a se agitar. E os pensamentos não se aquietam dentro da cabeça. O coração bate forte no peito, as palavras vem á tona. Trazem com elas, lembranças de um passado tão bom quanto torturante. Tá tudo tão errado. Essa bagunça toda aqui dentro. Tanto tempo já passou, e a gente nem se falou. Malditas borboletas, só me deixam mais apavorada em saber que eu não te esqueci. E isso me preocupa cada vez mais. Mas enfim, o real motivo de eu estar escrevendo agora é pra falar de nós dois […] E se esse “nós” não existir mais? Ok, que papo mais clichê, mas se pensarmos por outro lado, toda essa história de amor já virou clichê demais, e sim, eu estou falando dele de novo. Que perseguição. Se bem que, lembrar de tudo e não falar de amor é meio impossível a essa altura. Mas o única coisa que deveria ser impossível, era falar da gente. Porque não existe mais, não é? Falta só botar isso na minha cabeça. Ou melhor, no meu coração.





Procura-se alguém que não diga “se cuida” e sim “eu cuido de você”.





Apologia as drogas é propaganda de Cerveja.


Estado civil: Esquecido.


i-gn0rado:

A liberdade é algo que muitos tem, mas poucos sabem usar.


Desculpa, mas o que eu fiz por ti, ninguém mais irá fazer.


Stay Strong
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“Venha, não tenha medo. É só o mar. Não, eu não sei nadar. Eu te ajudo, vem. Confia, vem. Estica a perna assim, abre o braço assim. Respira assim. Vem. Mas eu não sei. Mas eu tô aqui. Olhe meus olhos tão arregalados, como posso guardar mentira aqui? Eu posso cantar pra você, eu posso te segurar, eu posso ficar aqui até você conseguir…”

- Tati Bernardi

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